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Como funciona

Como o PreHack funciona

Do push ao Pull Request: um pentester de IA que testa o seu app como um invasor, prova a falha e já traz o conserto.

Em uma frase

O PreHack é um pentester de inteligência artificial autônomo. Você conecta o seu repositório do GitHub uma vez; a partir daí ele monitora cada mudança, ataca o seu aplicativo num ambiente isolado para encontrar falhas de segurança, prova cada falha com uma invasão real e devolve a correção pronta num Pull Request, que você revisa e aprova. Nenhuma pessoa abre o seu código: só a IA.

Pentester (de penetration test) é o profissional que ataca um sistema de propósito, com autorização, para achar a porta aberta antes que um invasor real ache. O PreHack faz esse trabalho com agentes de IA, de forma contínua, no ritmo em que o seu código muda.

O princípio: provar, nunca só suspeitar

A maioria das ferramentas de segurança aponta suspeitas: “isto aqui talvez seja um problema”. O resultado é uma enxurrada de alertas, a maioria falso positivo, que alguém da sua equipe precisa triar um a um. O PreHack parte do princípio oposto.

A regra da casa

Nada vira alerta sem uma prova de conceito: uma invasão de verdade, executada num ambiente isolado, que demonstra passo a passo como a falha é explorada. Se não dá para provar explorando, não é reportado. É isso que elimina o alarme falso, você só olha para o que é real.

O passo a passo, do push ao Pull Request

1. Você conecta o GitHub (e isso é a autorização)

Tudo começa com um clique: você conecta o repositório que quer proteger. Conectar o GitHub é a sua permissão explícita para o PreHack testar aquele código, teste de invasão só acontece contra o que é seu, com o seu consentimento. Você concede e revoga esse acesso quando quiser, direto no GitHub, sem passar por nós.

2. O PreHack passa a monitorar 24 horas

O PreHack é um agente de IA. Conectado ao seu GitHub, ele acompanha cada push e cada deploy e percebe o que mudou no instante em que muda. Não há painel para você ficar olhando nem rotina para manter: depois do primeiro clique, o trabalho é dele.

3. A cada mudança, o scan dispara sozinho

O scan (a varredura de segurança) roda automático a cada alteração de código, principalmente a cada deploy, que é justamente quando novas falhas costumam entrar. Você também pode disparar um scan na hora, quando quiser, mas não precisa: o padrão é ser contínuo.

4. Agentes de IA atacam o seu app num sandbox isolado

O scan não lê o código de longe à procura de padrões suspeitos. Agentes de IA especializados atacam o seu aplicativo com as mesmas ferramentas que um hacker usaria, dentro de um sandbox, um ambiente isolado e descartável, separado da sua produção. Cada agente se concentra num tipo de ataque, e eles trabalham em conjunto para cobrir o alvo.

5. Cada falha encontrada vira uma prova de conceito

Quando um agente encontra uma brecha, ele não para em “encontrei”. Ele monta e executa a invasão real que explora aquela brecha, ali no sandbox, e anexa esse passo a passo como prova. Falha sem prova não avança. Essa validação obrigatória é o que separa um achado de verdade de um palpite.

6. O conserto chega como Pull Request

Para cada falha provada, o PreHack escreve uma correção sob medida e abre um Pull Request no seu repositório, com a correção de um lado e a prova da falha do outro. Você revisa esse PR como revisaria o de qualquer colega de equipe: lê, entende, aprova e faz o merge. Nada é mexido no seu código sem a sua aprovação.

7. Pela MCP, a IA que você já usa puxa o conserto

Você não precisa instalar nem manter skills de segurança na sua própria IA. A IA que você já usa no dia a dia conversa com o PreHack pela MCP e puxa o conserto direto para o seu fluxo de trabalho, sem sair do ambiente onde você já programa. O PreHack assume o tema segurança por você; a sua IA só recebe o resultado pronto.

Por que a prova muda tudo

Código gerado por IA entra em produção mais rápido do que qualquer equipe consegue revisar, e a velocidade cria brechas. Quem criou essas ferramentas reconhece o ponto: Ty Sbano, CISO da Vercel, resume que “as ferramentas de IA são treinadas para gerar código que funciona, não código seguro” (fonte: Vercel). Uma análise da Veracode mediu o tamanho do problema: código gerado por IA chega a ter 2,74× mais falhas que o escrito por humanos (fonte: Veracode).

Num cenário desses, mais alertas não ajudam, atrapalham. O que importa é separar o que é real do que é ruído e já chegar com o conserto na mão. É por isso que o PreHack só reporta o que conseguiu invadir e entrega a correção junto: o seu tempo fica para decidir, não para investigar cada aviso.

Por que código escrito por IA precisa disso

A IA escreve muito código, rápido. A pesquisa pública mostra quanto disso sai inseguro.

Em 80 tarefas de programação rodadas em mais de 100 modelos de linguagem, 45% do código gerado por IA introduziu uma vulnerabilidade do OWASP Top 10, os riscos mais críticos de aplicação web, segundo o relatório GenAI Code Security 2025 da Veracode.

Veracode, GenAI Code Security 2025

O mesmo relatório achou que os modelos falharam em escrever código seguro contra cross-site scripting em 86% das vezes, e contra log injection em 88%. São exatamente as falhas que um pentester autônomo prova e conserta a cada push.

Veracode, GenAI Code Security 2025

Segurança e controle ficam com você

  • Só a IA lê o seu código. Nenhuma pessoa abre o seu repositório em momento algum.
  • Você aprova tudo. As correções chegam como Pull Request; nada entra no seu código sem o seu merge.
  • Acesso revogável. Você concede e corta o acesso ao GitHub quando quiser, direto na plataforma deles.
  • O teste ativo é só contra o que é seu, com a sua permissão explícita, e roda isolado num sandbox.
  • O seu código não vira treino. Ele é analisado para achar falhas, nunca usado para treinar modelo nenhum, nem o nosso, nem de terceiros.
  • Crédito gerenciado. Sem chave de API pra gerenciar — o Plug & Play inclui um pool de crédito e a PreHack paga o provedor de IA, com o custo de cada scan mostrado no seu saldo.

Glossário rápido

Push / deploy
Push é enviar uma mudança de código para o repositório; deploy é colocar essa mudança no ar. São os momentos em que novas falhas costumam entrar.
Pull Request (PR)
Uma proposta de mudança no código, aberta para revisão antes de entrar de verdade. É assim que o PreHack entrega cada correção: você revisa e aprova.
Sandbox
Ambiente isolado e descartável onde os ataques acontecem, separado da sua produção. A invasão de teste fica contida ali.
Prova de conceito (PoC)
A demonstração prática de que uma falha é explorável de verdade, o passo a passo da invasão, não um palpite.
MCP
O canal pelo qual a IA que você já usa conversa com o PreHack e puxa o conserto para o seu fluxo, sem você instalar nada.
Crédito gerenciado
Sem precisar de chave de API: o Plug & Play inclui um pool de crédito e a PreHack paga o provedor de IA. Cada scan mostra quanto custou no seu saldo, então você mantém o controle do gasto.

Veja o PreHack agir no seu código

Você conecta o GitHub e o PreHack começa a vigiar. Comece grátis com um config scan — sem chave de API, sem instalação. O pentest completo roda no Plug & Play (US$ 29/mês), com a conta da IA por nossa conta.

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